Semana de Engenharia Elétrica 2014

Na Semana do dia 20-24 de outubro ocorreu a terceira versão da ” Semana de Engenharia Elétrica ” ( SEEL) da Universidade Federal do Ceará.

Com a participação de 150 alunos e com  15 minicursos 3 palestras além do desafio tecnológico (DTec), uma olimpíada de circuitos e mais, o evento foi um sucesso!
Alunos de diferentes instituições vieram prestigiar o evento que desde março deste ano é planejado. Os organizadores informaram que foi um trabalho árduo para atender as expectativas de um público que nas últimas edições tem, cada vez mais, participado do evento deixando-os contentes com os resultados e ansiosos para a próxima edição do mesmo.

Minicursos como Arduíno, Redes Neurais e MATLAB são exemplos de trabalhos com plataformas, teorias não estudadas na universidade e até complementação de algo que já é visto e tudo estudado da melhor maneira para ser passado a alunos do primeiro ao último ano de curso, os outros 13 cursos também contaram com massiva participação com no total 10 dos 15 ofertados esgotados.
Além disso, o momento máximo do evento contou com uma mesa redonda discutindo a situação da matriz energética do país e o caso “Belo Monte”. Mais de 200 pessoas foram contadas no evento, em seu meio professores e alunos de outros cursos, a fim de ouvir profissionais de diferentes áreas ( Geografia, Ambiental e  Engenharia) discutindo o assunto. “A mesa é uma iniciativa ótima, uma oportunidade de mostrarmos aos alunos e discutirmos com profissionais de outras áreas assuntos tão sérios, uma oportunidade de levar uma realidade técnica para muitos que se contentam com o que escutam na televisão” – palavras de um dos organizadores do evento.

A semana infelizmente terminou, mas muitos já estão à espera de quem sabe um “bis” em semestre ímpar também, afinal muitos minicursos tinham choque de horário e para parte considerável de inscritos boas coisas devem acontecer mais vezes.

Mais informações: http://www.seel.ufc.br

IMG_0425

Alunos na abertura da mesa redonda SEEL 2014

Logo

Prêmio Nobel para criadores de novo tipo de LED.

Fala galera do bem! Essa semana estamos trazendo a notícia sobre um novo tipo de LED criado, rendendo o prêmio de física a este grupo  japoneses! A reportagem completa segue abaixo.

 

O Prêmio Nobel de Física de 2014 foi concedido a três pesquisadores japoneses pelo desenvolvimento do LED de cor azul e sua posterior junção com outras cores para criação dos LEDs brancos.

Isamu Akasaki, nascido em 1929, é professor da Universidade Meijo, em Nagoya. Hiroshi Amano, nascido em 1960, é professor da Universidade de Nagoya. E Shuji Nakamaura, nascido em 1954, é atualmente professor da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos Estados Unidos.

Os LEDs (Light-Emitting Diodes – diodos emissores de luz) são as luzes de estado sólido que começaram como sinalizadores em aparelhos eletrônicos e agora estão se disseminando nas aplicações de iluminação em geral.

Para essa disseminação, a invenção do LED azul foi crucial, uma vez que esse comprimento de onda é necessário para produzir a luz branca necessária para a iluminação de ambientes, o que é feito juntando-o com os mais tradicionais LEDs de cor verde e vermelha.

Funcionamento do LED

Foram quase 30 anos de pesquisas, na academia e na indústria, em busca da criação de um LED que emitisse cor azul – os primeiros LEDs foram criados em 1907, os LEDs vermelhos e verdes nasceram na década de 1960, e os três pesquisadores agora premiados pelo Nobel apresentaram seu primeiro LED azul em 1992.

Prêmio Nobel de Física 2014 vai para criadores do LED azul

Como cada LED propriamente dito tem o tamanho de um grão de areia, é fácil juntar vários deles para emitir luz branca ou outras combinações de cores. [Imagem: Johan Jamestad/RSAS]

Um LED típico é formado por várias camadas de materiais semicondutores. A eletricidade injeta elétrons nas camadas de tipo n (negativo) e lacunas nas camadas de tipo p (positivo), dirigindo-os para a camada de material ativo, onde as cargas se recombinam e emitem luz.

A cor, ou comprimento de onda da luz emitida, depende do material semicondutor usado na camada ativa.

Os três pesquisadores japoneses tiveram sucesso construindo diversas camadas do semicondutor nitreto de gálio (GaN) misturado com índio (In) e alumínio (Al).

Iluminação de estado sólido

Desde então, os LEDs brancos têm sido constantemente aperfeiçoados, ficando cada vez mais eficientes, com maior fluxo luminoso (medido em lúmens) por unidade de potência elétrica consumida (medida em watts).

O recorde mais recente é de pouco mais de 300 lúmens por watt (lm/W), que pode ser comparado a 16 lm/W das lâmpadas incandescente e perto de 70 lm/W das lâmpadas fluorescentes compactas.

Como estimativas indicam que até um quarto do consumo mundial de eletricidade é usado em iluminação, os LEDs são muito “verdes”. O consumo de materiais também é otimizado, já que os LEDs duram até 100.000 horas, em comparação com 1.000 horas das lâmpadas incandescentes e 10.000 horas das lâmpadas fluorescentes.

 

fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

Projeto Colaborativo Cria Próteses Diferentes para Crianças

As impressoras 3D estão mudando o mundo de um jeito radical e inovador, transformando e customizando o modo como usamos diversos produtos. Entre as infinitas utilidades dessas máquinas, está a possibilidade de criar próteses para pessoas com limitações físicas. O ponto negativo disso é que na maioria das vezes elas saem caro, pois dependem de moldes específicos para a utilidade e forma física do usuário, fazendo com que muitas famílias não possam adquirir tais produtos. No entanto, felizmente existem pessoas generosas e engajadas na causa, como o pessoal da E-Nabling The Future, que está mudando a vida de crianças que precisam de próteses, como o caso do brasileiro Luanderson:

A ONG, através do projeto e-Nable, reúne médicos, designers, engenheiros, voluntários e outros entusiastas da tecnologia 3D que constroem, próteses infanto-juvenis de forma colaborativa. A parte inovadora é a característica customizada dos produtos, que são coloridos ou até mesmo possuem inspirações em heróis. O melhor de tudo é que os produtos não têm nenhum custo para as famílias das crianças.

Achou interessante? Você pode participar da iniciativa de várias maneiras, já que tudo é feito por meio de crowdsourcing. É possível auxiliar na pesquisa e desenvolvimento, fabricação, coordenar operações ou até mesmo ser um porta-voz da ONG. Ou simplesmente dar sua contribuição de dinheiro. As doações podem ser feitas através do site da E-Nabling The Future.

Nokia Bike

Invenção transforma bicicletas em recarregadores de baterias

A finlandesa Nokia mostrou na última quinta-feira um sistema ecologicamente correto de (espera-se) de baixo custo que permite usar energia elétrica gerada por bicicletas para se recarregar as baterias de telefones celulares.

Convenientemente chamado de Nokia Bicycle o invento é um kit  composto por um suporte, conector de bateria e um dínamo, responsável por converter a força das pedaladas em eletricidade.

Mostrado em um evento em Nairóbi, no Quênia, o sistema é “uma excelente solução para locais em que a energia elétrica é limitada”, afirma Alex Lambert, vice-presidente da Nokia. “Com este carregador as pessoas ganham ainda mais liberdade para usarem seus telefones sem preocupação em relação ao nível de bateria. Basta começar a pedalar e pronto”, completa, reforçando o “aspecto social” da criação.

O kit poderá ser instalado em qualquer tipo de bicicleta e deverá chegar às lojas de alguns países até o final do ano. Ainda não existe previsão de preço ou data de desembarque no Brasil.

De acordo com a última edição do ranking Green Electronics Guide da ONGGreenpeace a Nokia é a fabricante de gadgets mais preocupada em respeitar o meio-ambiente em todo mundo, seguida pela Sony, Toshiba e Philips.

É mês das energias renováveis e com post duplo!

 

No intuito de mostrar ao leitor interessado em “ER” opções de futuros empregos, neste post estão os links de algumas das maiores empresas de energias renováveis do país. Mais informações entrem em contato com a página do PET-Elétrica UFC.

Renova Energia – http://www.renovaenergia.com.br/

Wöbben WindPower – http://www.wobben.com.br/

Suzlon – http://www.suzlon.com/

Omega Energia – http://www.omegaenergia.com.br/

Kwara.Energia do Brasil – http://kwara.com.br/pt/inicio

 

Dúvidas ou informações – https://www.facebook.com/PetEletricaUfc

 

Áreas da Engenharia Entra em um novo mês

É com imenso prazer que se trás aos alunos do curso de engenharia elétrica da Universidade Federal do Ceará (UFC) mais um mês do projeto “Áreas da Engenharia”.

Este mês trata do tema energias renováveis e para inicia-lo de maneira diferenciada segue o banner apresentado pelos alunos do curso nas feiras de profissões e  em encontros universitários.

Aproveitem !

Sistemas com Energias Renováveis

 

 

 

Desafio Tecnológico 2014 ( Inscrições prolongadas !!!)

Estão abertas as  inscrições para o II Desafio Tecnológico. O evento ocorrerá concomitante a SEEL que ocorrerá entre os dias 22 e 24 de outubro de 2014.

Esperamos sua presença!

Em anexo o edital da competição. Edital DTec Atualizado


 blog

 

Link Para Inscrição DTec : https://docs.google.com/forms/d/1kpb3U31cjcak7XHoXqP814ZIYHuL-7cRkzOovwVh4gQ/edit

Link Página DTec Facebook: https://www.facebook.com/DTec2014

Link Site PET – Engenharia Elétrica: http://www.peteletrica.ufc.br/

Bitucas de cigarro podem ser usadas para fabricar supercapacitadores

Um grupo de cientistas sul-coreanos parece ter encontrado uma função muito útil para as bitucas de cigarro. Em estudo publicado na revista científica Iop Science, eles apresentam este resíduo como uma matéria-prima ideal para a fabricação de supercapacitadores.

Os pesquisadores fizeram testes e descobriram que, de uma forma simples, os filtros de cigarro podem se transformar em um material mais eficiente que o grafeno e os nanotubos de carbono, usados nos sistemas tradicionais de grandes capacitadores.

Essa tecnologia é utilizada para armazenar energia em carga elétrica e não em reações químicas, como acontece com as baterias. Dessa forma, eles podem carregar e descarregar com muita rapidez. Seu principal uso é industrial, mas eles têm sido aplicado com muita frequência em sistemas de produção e armazenamento de energia eólica.

As opções para o reaproveitamento das bitucas de cigarro ainda são poucas, para um resíduo altamente poluente. Portanto, o desenvolvimento de novas alternativas acaba sendo tão importante.

O material reaproveitado pelos sul-coreanos nos experimentos é o acetato de celulose de fibra sintética. De acordo com a pesquisa, quando ele é aquecido na presença de azoto, torna-se um material poroso à base de carbono, de alta eficiência para carregar e descarregar elétrons. Ainda não existe uma indústria, para isso, mas os bons resultados já são um ótimo começo.

blog

 

FONTE:http://ciclovivo.com.br/noticia/bitucas-de-cigarro-podem-ser-usadas-para-fabricar-supercapacitadores

MIT encontra mais uma utilidade para os drones: assistente fotográfico

Não é necessário ser fotógrafo profissional para saber que a iluminação é um dos aspectos que mais influenciam na qualidade de uma foto. Esta constatação descreve um desafio, já que, não raramente, encontrar a intensidade ideal exige muitos ajustes e tentativas. Para ajudar nestas situações, uma turma de pesquisadores do MIT criou um “assistente fotográfico” deveras inusitado: um drone…

drone_mit_luz

O uso destas aeronaves para registro de vídeos e fotos, sobretudo em tomadas aéreas, tornou-se comum. Mas o drone do MIT, que foi feito em parceria com a Universidade de Cornell, deixa este trabalho para quem entende do assunto. A sua função é sobrevoar o assunto a ser fotografado para prover a iluminação mais adequada.

Cabe ao fotógrafo indicar parâmetros como ângulo e níveis de iluminação desejados. Na sequência, o drone recebe estas informações e então se coloca à distância mais adequada para direcionar a fonte luminosa que o equipa, assim como na posição indicada – mais à esquerda, um pouco acima do assunto e assim por diante.

As instruções são repassadas ao drone a partir de um computador, mas também é possível fazê-lo se posicionar de maneira automática: se o fotógrafo se mover para um lado, a pequena aeronave pode fazer o mesmo sozinha para compensar uma perda de iluminação consequente ou o surgimento de uma sombra indesejada.

Manohar Srikanth, um dos pesquisadores por trás do projeto, explica que, para este fim, a máquina fotográfica envia ao computador imagens para serem analisadas pelo software de controle. Neste procedimento, os algoritmos verificam se a iluminação está dentro dos parâmetros estabelecidos e então corrigem o posicionamento do drone imediatamente, se necessário.

drone_mit_luz_3

Todo o processo é bastante rápido, uma vez que a câmera pode ser ajustada para enviar cerca de 20 fotos por segundo ao computador. Assim, o fotógrafo tem liberdade para mudar sua posição tantas vezes quantas forem necessárias sem ter que parar para corrigir os focos de luz.

O projeto já é funcional, tanto é que, em um simpósio que irá ocorrer no mês que vem, um protótipo fará uma demonstração de “iluminação de borda”, um efeito difícil de ser criado onde apenas o contorno do assunto deve ser fortemente iluminado.

drone_mit_luz_2

As etapas futuras poderão ser ainda mais audaciosas: os pesquisadores vislumbram a possibilidade de utilizar não um, mas vários drones para criar efeitos de iluminação tão complexos que, pelas vias tradicionais, exigiriam uma equipe relativamente grande de assistentes.

FONTE:http://tecnoblog.net/159604/mit-drone-assistente-fotografia/?fb_action_ids=10204315623116886&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B653821751372815%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map=%5B%5D